domingo, 12 de janeiro de 2014

500 Fucks em um só filme: The Wolf of Wall Street

atualização de 17.01.14: a Paramount mandou o YouTube tirar o video do ar, oh F*ck!

Um excelente 2014 a todos. O ano começou com muito trabalho, o que é excelente, mas um pouco cansativo.

Bem neste momento que você está cansado, de uma coisa, situação ou alguém, você já disse ou ficou com vontade de soltar aquela palavrinha de 4 letras que começa com "F" em alto e bom tom, certo?

No novo filme estrelado pelo Leo DiCaprio a "F word" foi dita mais de 500 vezes!

Isso mesmo alguém teve o trabalho de contar e ainda editar um clip. Pesquisando na rede há controvérsias sobre quantos F*** foram ditos durante o filme.

Quer tirar a prova e fazer a sua própria contagem? Assista ao clip.

Isso que é um V8. Não gostou? Então F***!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

CHIP DA SÃO SILVESTRE - como colocar



Diante das dificuldades que tive em "sacar" como se prende o chip da São Silvestre, resolvi compartilhar, quem sabe você teve a mesma dúvida!
Um boa prova a todos e um excelente 2014!

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

MELHORES CENAS TORNEIO DE REGULARIDADE CLÁSSICOS INTERLAGOS PARTE 2 2...



Amigos e "Car" fãs, espero que tenham passado um ótimo Natal em família. Neste feriado consegui editar mais um material sobre o Torneio Interlagos de Regularidade. Enquanto fazemos contagem regressiva para 2014 vamos assistindo uma seleção de cenas da GO PRO durante o evento.
Um excelente 2014!


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

TORNEIO INTERLAGOS DE REGULARIDADE - CLÁSSICOS - 4. ETAPA 2013

foto: Aderico Lopes
Eu não poderia deixar passar em branco o registro da prova de regularidade organizada pelo Jan Balder. Uma combinação de máquinas e pista, coisa que qualquer piston-head como eu fica babando. A 4. etapa de clássicos de 2013 foi realizada sábado dia 21 de dezembro. O tempo nublado e sem chuva deu um efeito mais dramático ao evento.

as núvens combinaram com o prata monterrey


O torneio é divido em duas categorias "Clássicos" e "Modernos", sendo ambas divididas em "Individual" ou "Duplas". Detalhes das regras você encontra no site www.torneiointerlagos.com.br. 

trio OBA

Diferente dos "track days", o clima da regularidade é mais amistoso dentro das pistas, pois o objetivo é fazer voltas constantes dentro de um tempo proposto.

alinhamentos antes de entrar na pista

O meu carro ideal para andar na pista seria o Mustang, pois é mais leve, possui comando mais "bravo", recebeu freios à disco na frente com pistões duplo, radiador de aluminio, ventoinha elétrica, bombas de alto volume, além do câmbio manual de 3 marchas.

novo motor do Mustang, V8 289

Ocorre que o pony ficou pronto só "agora", ou seja, o motor nem foi amaciado, os freios ainda estão com pouco vácuo (ainda sem diagnóstico) e para coroar entupiu a marcha lenta na véspera da prova. Na real, eu achei até melhor, pois ainda não tenho confiança no carro, coisa que a gente só adquiri depois de muitos Km juntos.

Por isso não hesitei em ir de Dodge. O R/T monterrey e eu somos parceiros há mais de 8 anos, passeamos quase todos os fins de semana, viajamos para todos os cantos, participando de um sem número de eventos, inclusive de uma prova de arrancada (confira no link). Confiável sim, mas não é um carro de pista, logo mais abaixo explico.

coração V8 318 do Dodge


Chegando em Interlagos de Dodjão fui muito bem recebido pelos organizadores, o clima estava ótimo, apesar da minha ansiedade. Havia uma boa banda de rock'n'roll para dar o tom da brincadeira. Após ser devidamente instruído andamos por cerca de 1 hora na pista, ou seja de 18 a 20 voltas, a depender do seu tempo.

rock'n'roll foi o tom do dia

Nós (o R/T e eu) nunca tínhamos participado de provas de regularidade, e mesmo já tendo feito voltas de Charger em Interlagos, todas foram sempre com um pace car na pista (uma vez no Clássicos de Competição 2007, outra na abertura de uma etapa da Itaipava GT3 2009 e por fim na despedida do Fábio em 2012), eu nunca havia testado o limite do pratão dentro do ambiente controlado de um autódromo.


Por ser novato, perguntei ao grupo habitué que tempo de volta eu deveria perseguir. Houve quase uma unanimidade em recomendar 3:00 / volta. Um mais ousado disse 2:50, mas logo advertiu "você irá judiá-lo nas curvas".

bem acompanhado foto: Aderico Lopes


Acabei por concordar, pois vários fatores jogavam contra um tempo de volta baixo, a saber: 1) o dodjão é "jão" por que ele é grande, suspensão original, com feixe de molas na traseira, resumindo, uma barca; 2) o carro é todo original, exceto uma quadrijet e um comando manso; 3) ele é automático; 4) eu não sou nenhum piloto; 5) era minha primeira vez numa prova de regularidade; 6) houve recorde de inscrições, tinham mais de 50 carros na pista, sendo vedado dividir curvas.


Assim, que o pace car se recolheu comecei a pisar mais firme. Eu repetia para mim, "vamos fazer uma volta limpa, sem forçar limites, mas andando forte". E isso que eu fiz. Com um relógio de cronometro no pulso fui marcando voltas, passadas as 3 primeiras, vieram as revelações, contrariando a física e os experts: 2:49, depois 2:47, e ai 2:45, 2:49, 2:47, chegando 2:39, 2:42 e assim por diante. Surpresa total, respeitei a regra, não ultrapassei em curvas, não fui no limite, mas sim toquei forte. Creio que um tempo bom para perseguir com o meu mopar seria algo entre 2:45 e 2:50.

olhar de fera das Pumas
De qualquer forma, fiquei surpreso com a capacidade de Dodge contornar as curvas, deitando de forma macia no "S" do Senna, retomadas fortes, mas o melhor mesmo era após o mergulho, lá na subida dos boxes, onde todo o torque do V8 de 5.2 litros (ou 318 pol3) eram devidamente despejados.

pequeno valente (e turbo), entre os grandalhões opala e dodge
Já no final da prova os freios deram sinal de fading, o que era de certa forma esperado, afinal são mais de 1500 Kg. Nada que a troca do óleo de freio por um sintético mais grosso não venha a resolver se eu vier a levá-lo novamente à pista.



Os demais participantes deram um show à parte com suas belas máquinas, Porsches, Alfas, Fuscas, Pumas, Mavericks, Cobra, Karman Guias, Gordini, Opalas, Caravan, Fiats, Datsun, Willys-Interlagos, Chevelle e até um Buggy, entre outros.



Por fim, após umas belas voltas ainda pude acompanhar a movimentação dos boxes da classic e da copa Clio. Conclusão, mais um dia memorável para ser guardado na caixinha das boas recordações.



belo e forte Marevick GT, andamos juntos
cuore italiano bem representado
na saída da pista uma fórmula VEE preso entre os grandes Fords

Japão bem representado pelo Datsun 1973

Datsun
Puma "tubarão"
bela trinca, Alfa e duas 911
911 Turbo

de Charger nos Boxes
Chevelle - envelopada e preparada
SS

ele que o nome da pista: Interlagos
mitos nacionais: Puma tubarão, Puma GTB, SP2 e Fusca

bem calçado parte I

bem calçado parte II

classic - beetle

classic - Gol e Chevette tubarão

passat - classic

famoso Maverick Berta

nos boxes: Clios alinhados



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

VOCÊ CONHECE O MUSEU DO DODGE?




Todos os anos o Chrysler Clube do Brasil organiza um belo passeio-almoço de fim de ano e pela terceira vez, este almoço foi precedido por uma visita ao Museu do Dodge, projeto idealizado e construído pelo sócio, chrysler maníaco, piston-head, gente finíssima Alexandre Badolato.
vista do galpão principal, Badolato à direita e Paulinho mecânico à esquerda

Apesar de ser a terceira visita oficial do clube ao museu, eu perdi as duas primeiras, minhas gêmeas estão com 3 anos e meio e os passeios de Dodge deram uma rareada, mas isso vem se regularizando com o passar do tempo!
estacionamento exclusivo "penta star"

Tudo isso para dizer que eu estava com um tesão da porra muita ansiedade para visitar o tão famoso templo mopariano. Acompanho essa idéia, o blog, as fotos, os relatos dos amigos desde que conheci o Badola e entrei para o clube, data que coincide com a compra do meu primeiro Dodge, em 2002. Na véspera da viagem mal dormi de nervosismo e cheguei a sonhar com a visita! Pode isso Arnaldo?

Dodge e estrada combina

Acordei bem cedinho, liguei o Dodge e deixei esquentar, fui pegar sei lá o que na Journey, que fica em uma vaga próxima, e vi um liquido transparente escorrer no chão. "Jesus Chrysler" será que furou o radiador? Desliguei o carro, o inconfundível cheiro de gasolina "podium" tomou o ambiente, mas ao abrir o capô constatei que o vazamento era de combustível e não do sistema arrefecimento. Tudo estava intacto e aparentemente algum cisco na agulha fez o sistema cuspir o combustível para fora sem afogar o carro. Não quis arriscar, sequei, limpei tudo e fechei o Dodge. Não foi desta fez que o R/T 76 visitaria seus irmãos e primos.

on board Bel Air, R/T 72 no detalhe

Por sorte eu havia combinado de ir junto com um amigo, o Tico, que antes de amigo era meu mecânico. Detalhe, veio me buscar meu seu belíssimo Chevy Bel Air 1955 equipado com belo motor V8 350, preparado na medida para andar forte e liso. Com certeza será objeto de um post qualquer dia destes.


carinha de vovô, mas possui motor e câmbio de camaro
Alguns podem dizer, mas foste ao Museu do Dodge de Chevy? Sim, pelo menos fui e de carro antigo! Aliás no museu havia, cobertos por grossas capas pretas, dois Pontiacs Trans-Am Firebirds, um Olds e um Opala. Logo o cinquentão não estava tão deslocado assim. São coisas do destino. Não tem nenhum R/T 76 pronto no Museu, vai que o Monterrey resolve ficar por lá??? Melhor ter deixado ela em casa!

Bel Air 1955

visual clean, foram retiradas as bananinhas do parachoque e o avião do capô

A carreata de V8s foi bem bacana e visita superou toda e qualquer expectativa. A começar pela preparação do local. O Alexandre, o Paulinho e resto do time foram na quinta-feira arrumar os carros para nos receberem. São Pedro ajudou e mandou outro belo dia de sol, já escrevi em outros posts que ele é dodgeiro.

concentração para a carreata 

lindo R/T 78

R/T 1975

R/T 1975 na desejada cor amarelo montego

brutal Charger americano

Dart 1977 mais novo que conheço

Não dá nem para descrever o que tem por lá, assim vou deixar comentários nas legendas das principais fotos. Logo na entrada foram dispostas muitas novidades, como o par de Chargers LS e R/T 73, dois Chargers vermelho xavante 1971 e 1972 respectivamente, 4 pick-ups incríveis D100 americana e outra nacional, pequena Dodge 100 1966 e uma Dodge australiana Hemi 6 com volante do lado direito.


no destaque Charger R/T 1973
E mais, pense num Dodge raro, por exemplo o mítico R/T 71 amarelo boreal, esse mesmo que estrelou o filme do Roberto Carlos a 300 Km/h. Realizou? Lá tem 3, sendo um deles survival, ou seja não foi restaurado, um sobrevivente! Já viu uma mosca branca de olho azul, digo um R/T 80? Lá tem 2, um prata e outro azul! E o último Dodge que saiu da linha de montagem, já com plaqueta VW Caminhões? Está lá! Lindo Dart preto 1981, carro que foi achado fazendo shows pirotécnicos em um circo em Brasília. 

Charger R/T 71 vermelho xavante
R/T 1980 e sua roda de liga-leve


Hemi-6 australiano


little red wagon
little red wagon e seu V8 entre os bancos dianteiros

fila de raros R/Ts 71

last edition - Dart 1981

Após da visita, mais carreata até o restaurante Jangadas onde o bom papo, um peixe excelente e os Dodges predominaram nas mesas. Ao final um outro grande dia para ser para sempre guardado na caixinha das boas lembranças.


rara D-100 cabine dupla

interior clean D 100

grade de R/T 1972


Encontrei pela estrada, tanto na ida como na volta alguns amigos que iam a outro encontro com seus clássicos VWs.

lendário Gol GT

"Itamar" com 3000 Km, rodas Fuchs


O Bel Air voltou rodando liso e cheio de apetite, tamanha era sede (e o peso do pé do Tico) que nos deixou sem gasolina na Rodovia dos Bandeirantes, mas fomos rapidamente resgatados. Por fim, chegamos todos bem.

Além da sessão de fotos, oo final do post coloquei o link dos videos que rodei com o iPhone.




relógio analógico, um charme dos anos 50




"bicudinhos" linha 79 / 80

meio teto de vinil, chamado Las Vegas, exclusivo no R/T 1978



Dart e Charger


Chargers americano e nacional 


melhor deixar passar!

   
Dart 78 e Cherokee SRT

Dart 1977 Sedan

Dart coupe bandido






Charger R/T 1975

"novaiorquinho"

lindo Chrysler New Yorquer

New Yorker, capota de vinil

vanguarda em 1966
NY: sedan 4 portas sem coluna

CB 500 Four
Dodge Charger americano 1972 
rabetas à sombra


raro R/T 72

Magnum

compreenda o significado de "muscle car"

Dodge Charger


Sedans


volante Walrod na wagon


embaixo do console não há cooler



Dodge 100 1966


volante na direita
HEMI 6


D 100 americana com 2 tanques de gasolina


Australian Valiant

HEMI 6

Dodge Charger R/T 1973

na cor vermelho índio

trinca de R/Ts 71

mais um R/T 1971

Australian Dodge - HEMI 6

Chargers nacionais 1973, LS e R/T, capas da 4Rodas de época, lembra?

raro Charger R/T 1972 vermelho xavante




Charger LS 1971

Dart GT americano cabrio 1967

rabeta do Dart 67

Dart Sedan 1970


mais um raro Charger R/T 1971

outra mosca branca, Charger R/T 1972
Charger R/T 1974

Darts Sedan


Charger R/T 1977

Charger R/T 1978

Chargers R/Ts 1979




Dart coupe 1981

Le Baron

R/Ts 79 duas cores, no meio o famoso "pudim"

Chargers de última safra
R/T 79 duas cores ao lado do R/T 80 uma só cor





Esplanada GTX
interior do GTX, alavanca atrasa ou adianta o ponto do motor

Esplanadas


Dart Hang 10 - visual surfer anos 70
Dart Hang 10

Dart Hang 10




Super Coupe

Super Coupe fabricado 3/1978

Super Coupe customizado 5/1978

Dart slant 6 - americano


Magnum


Dart Swinger


Dart Swinger
Dart Swinger americano


Duster
Plymouth Duster 1979

Duster

Duster


Duster: opera window, usada também nos "nossos" R/Ts 79


Dart coupe mais novo que conheço

são apenas 14.000 Km





R/Ts 72




3 VIDEOS: